terça-feira, 27 de setembro de 2016

A onda da mediocridade

Foto: Renata Madureira 
Não acredite nesta história de "onda azul ou vermelha". Frases como essas foram criadas por empresas de propagandas, elas querem convencer você a votar da mesma maneira que nos induzem a comprar tal marca de cigarros ou cervejas. Essas empresas de publicidade não estão preocupadas com sua cidade ou sua felicidade, querem que você descida pela emoção, enquanto você ataca com sua emoção quem defende a "onda azul" ou quem defende a "onda vermelha", criando um clima de justiçamento político não enxerga o óbvio: as mentiras que são contadas, inventadas para que você se sinta bem estando de um lado ou outro, para que você tenha orgasmos políticos, como se realmente fizesse parte da mudança prometida, mas você é só uma ponte para que um grupo ou outro chegar ao poder. A “onda azul" e a " onda vermelha" são motivadas não por um sincero sentimento de esperança, realização ou sentimento cidadão, são motivadas pelo desejo de poder, é só o que alimenta essa gente, o desejo do poder .
Sinta-se bem com sua consciência, não importa de que lado você esteja, mas esteja porque foi uma tomada de decisão sua, não tenha vergonha de votar em um candidato que aparentemente não vai vencer, pesquisas são usadas não para nos informar, mas para manipular, fazem você sentir vergonha das suas decisões. 
Sabe quando você está com amigos e todos tiram dos bolsos celulares muito caros e você tem um antigo e fica com vergonha? Pois é , essa sua vergonha de não fazer parte do grupo dos que tem um celular caro foi plantada nas suas emoções pela propaganda, o mesmo acontece na política.Por isso a ideia de "onda", se você ta fora das tais ondas começa a sentir vergonha, em todos lugares sempre vai encontrar pessoas preparadas para fazer você se sentir péssimo, eles têm bons argumentos, bons argumentos recheados de falácias e retóricas cretinas, mas que tem um enorme poder quando estamos descrentes do nosso país e de nós mesmos e fazem de tudo para te convencer até você entrar para a " onda", como um boi vai para o matadouro, com uma diferença, muitos bois ao perceberam a morte, choram, mas você vai sorrindo se afogar na sua onda azul ou vermelha. 
Tenha cuidado nestas eleições, não seja tolo, não se permita ser manipulado, questione, pergunte. Um candidato sincero responde mais perguntas que grita mentiras em um palanque, e mais uma coisa: se tiver ódio, não tem amor,então preste a atenção em quem segue seu candidato, quanto mais ódio e brigas há na militância, mas mentiras há no candidato, não queria ser liderado, seja você mesmo seu líder, sua esperança, sua alegria e o amor da sua vida.Escrevo isso porque eu mesmo já me afoguei em “ondas” políticas, acreditava que estava fazendo parte de um grande momento, mas não passei de um tolo fisgado pelas minhas emoções e fé sem preconceito por este país. Aprendi com a dor e solidão que o maior movimento começa aqui, dentro de cada um quando não nos assustamos com nossas duvidas, mas sim com nossas certezas.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Cristovam Buarque

Foi com alegria que recebi uma cópia autografada do seu livro “Uma Nova Esquerda para o Brasil que queremos”. Minha namorada Renata Madureira, esteve na feira do livro e trouxe um exemplar. O texto escrito em prosa poética é de uma beleza comovente, longe do hermetismo barroco dos textos acadêmicos, o seu livro nos oferece o óbvio e nada mais difícil para muitos que enxergar o óbvio, mas parece que a intelectualidade da velha esquerda tem pavor do óbvio. O óbvio realmente deve assustar quem não enxergar a realidade como um lugar que só é possível se nela as contradições ficaram óbvias, contradições que nos ajudam a enxergar que algo de errado vai com nossas certezas.
Quando eu era de esquerda, os intelectuais de esquerda diziam que se guiavam pelo pensamento crítico, racional e até científico, hoje esses mesmos intelectuais parecem guiados por superstições acadêmicas, crendices ideológicas que ao fim tonaram todos sectaristas e arautos da santificação dos seus erros.
O maior legado, triste legado, da velha esquerda para o Brasil são as portas abertas para bizarrices políticas perigosas, uma ideologia mística que assim como a velha esquerda não sabe, não quer saber e nem entender o nosso Brasil. Hoje observamos que forças políticas muito perigosas avançam no país e usam as mesmas táticas ideológicas da velha esquerda: manipulação emocional, distorção dos fatos, apego ao poder pelo poder. Neste aspecto tanto a velha esquerda quanto essas forças dogmáticas de uma moral lunática e sem aparado nas grandezas do nosso povo são iguais.
A velha esquerda que tentou e tenta usar movimentos sociais para aprofundar mais ainda nossas mazelas como racismo, preconceito de classe, messianismo político encontrou justamente no conservadorismo político brasileiro sua alma gêmea, um depende do outro para que se legitimem e tudo isso com a nuança de artistas, intelectuais que assim com os políticos da velha esquerda, ou da direita mística não querem saber ou entender o Brasil.
Seu livro é um importante documento, um sopro de serenidade para esse país cercado de oportunistas por todos os lados, não importam se da velha esquerda ou da direita de sempre, são almas embrutecidas que negam o diálogo e apostam no medo para coagirem corações e mentes. Reafirmo o prazer de ler seu livro, reafirmo que é um documento importante, reafirmo que podemos aproveitar esse momento para fazer do Brasil um grande país hoje, agora e sempre.
Desejo ao senhor vida longa, paz de espírito e serenidade.
Aceite meu abraço fraterno, querido Cristovam Buarque.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Quer ser aprovado no exame da OAB?

É impossível ser advogado ou um bom advogado sem ter intimidade com a língua de Ariano Suassuana, Augusto dos Anjos, Cícero, Clarice Lispector, Frank Kafka, Gonçalves Dias, Graça Aranha, Gregório de Matos, Honoré Balzac, Jorge Amado, Liev Tolstói, Manuel de Barros, Monteiro Lobato, Murilo Rubião, Ruy Barbosa, Tobias Barreto e tantos outros, mas qual a relação de todas essas pessoas com a o Direito? Eram advogados. A lista de escritoras e escritores brasileiros ou não que estudaram Direito é imensa, desde a Grécia antiga até os anos de 1980 a relação é crescente. As gerações mais novas de escritores que desejaram ter formação acadêmica optaram pelo curso de Letras e alguns Direito e Letras ao mesmo tempo.
A lista que coloquei aqui são nomes que se tornaram celebres na Literatura, mas há os que não ficaram conhecidos como escritores, no entanto atuaram como professores, jurista e políticos. São muitos políticos e juristas poetas. Essa relação entre Direito e Literatura remete às raízes do próprio Direito, mesmo antes de termos um curso sistematizado de Letras, a literatura influenciou de maneira definitiva o Direito.
O que comumente chamamos de juridiquês, nada mais é que o cruzamento de uma linguagem técnica, própria do Direito e Literatura, claro que o resultado nem sempre é algo interessante, muitas das vezes cria-se monstrengos literários o que prejudica o próprio entendimento do Direito.
 As marcas da Literatura contaminaram e contaminam o Direito, nossa Constituição Federal é um exemplo disso, muitos dos seus artigos parecem introdução de um romance ou trechos de poemas simbolistas, parnasianos e seu tom eloquente foi herdado do romantismo. Isso mesmo, ao menos no Direito brasileiro quase que todos seus textos são parnasianos, simbolistas e românticos. O apego a oratória que toma conta dos debates jurídicos herdamos dos gregos e romanos (não raro, eram poetas), no Brasil essa maneira peculiar de oratória carregada de frases de efeito, ordem inversa e citações de escritores foi moldada pelos bacharéis românticos.
Ouvir um debate entre acusação e defesa, Ministério Público e algum advogado é presenciar um momento de profunda vaidade literária, mesmo que as partes envolvidas não tenham consciência disso, vence não só quem tem provas, mas quem consegue ser mais persuasivo e essa persuasão verborrágica foi herdada dos saraus literários gregos, romanos e no final século XVIII e durante quase todo século XIX encontrou no romantismo sua alma gêmea.
A grande dificuldade de quem estuda Direito em ter intimidade com textos jurídicos acontece por dois motivos: a incapacidade de leitura e consequentemente também de produção de texto. É impossível ser um bom advogado e terá grande dificuldade em ser aprovado no exame da OAB quem não tiver com a Língua Portuguesa uma relação intensa. Claro, sempre há as cotas dos medíocres, que sem pegar em um livro consegue passar no exame da Ordem, assim como conheço professores de Letras que nunca leram um livro de poesia, mas essa exceção da mediocridade não deve ser levada em conta. 
A dificuldade com o Direito e seus textos é a dificuldade com a leitura e interpretação. Nosso Direito é profundamente literário e um povo que não é lá grande leitor, que despreza sua literatura, mas quer ser senhor e senhora doutor em Direito, vai ter sim dificuldades. Comece agora um processo de ressignificação de sua vida profissional e cultural. Mergulhe tanto no Direito como na nossa Literatura, leia nossa Constituição perceba a forte influência da literatura nela, o teor filosófico literário em cada capítulo, veja os debates no STF e STJ, compare com um sarau literário. Há todo um mundo de possibilidade no Direito e Literatura. Não tenha medo, poetas não mordem, comece hoje essa nova aventura, leia poetas de hoje, converse com eles sobre composição e leitura do texto. Boa viagem.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Brasil um país sem mentirosos

Ediney Santana
O incrível país em que só há verdades. No Brasil “verdade” não é tão somente o oposto da mentira, é a certeza de que se tem a única, exclusiva e infalível solução para tudo. O Brasil é o país das almas sem contradições, o erro sempre é do outro, a bala mata porque alguém se projetou sobre ela. Brasil, o incrível país habitado só inocentes, sim, porque no Brasil todo mundo é vítima. 
Brasil, o país das certezas absolutas, da política santificada que não aceita questionamentos. Brasil, país da necessidade de dizer, do ódio institucional. Brasil, país que pouco importa os meios, o importante é chega ao fim vencedor.
No Brasil o debate é para o gozo de vencer e calar com quem se fala, não para o encontro criativo de múltiplas ideias e soluções, no Brasil vale o dizer e não necessariamente o pensar.
Brasil, país no qual se acredita que basta fazer parte de um grupo, de um partido para ser o mais justos dos seres, a mais imaculada das almas. Brasil, país no qual alguém consegue a proeza de substituir seu sobrenome por um nome de um partido ou entidade, nega-se por vontade própria a identidade e se entrega de corpo, alma e imbecilidade ao sistema. 
Brasil, país no qual “progressistas“, “defensores” da liberdade, amantes da “diversidade” são almas gêmeas de facínoras, delinquentes da democracia. Nada mais igual no Brasil do que carrasco e vítima. Brasil, das falácias, da promíscua relação de poder entre os três caducos poderes, Brasil no qual sindicatos usam o dinheiro do trabalhador para apoiar justamente quem devora empregos.
Brasil, minha pátria, minha nação aqui te vivo com medo, medo das tuas intuições, dos teus sábios genialidade xerocopiada de caducas enciclopédias. Brasil minha terra, meu inferno e nunca paraíso, Brasil sem mentirosos, Brasil de todas as verdades, de loucos insanos e morte intelectual, Brasil, aqui estou, aqui estarei, aqui morrerei como sempre vivi: invisível.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Caetano Veloso, Chico Buarque e Jean Wyllys

Ediney Santana
O que Caetano Veloso, Chico Buarque e Jean Wyllys têm em comum? Todos são ex-empregados da Rede Globo. O Buarque e o Wyllys se dizem de esquerda, Veloso é...é... Olha quem sabe, porém quem nemnem. Pois bem.
Há quem acredite que "gênios" se fazem sozinhos, que eles têm o poder mágico do talento e só isso basta para que tenham reconhecimento e sucesso. Não é. Sem o poder da Rede Globo nunca essas pessoas teriam o alcance que tiveram e duas delas levantariam dúvidas sobre a suposta genialidade atribuída a ambos.
Dez entre dez pessoas “super inteligentes” “cabeças”, “imunes a manipulação da mídia golpista” têm no trio citado aqui algo que chamo de esquerdismo cristão. Conheço até pessoas que recusaram participação em programas da Rede Globo, acreditando assim estarem contribuindo, como bem cantou Raul Seixas, “para ao nosso belo quadro social”, mas rezam na cartilha de crias da própria Globo.
Jean Wyllys é um pouco mais velho que eu, mas somos da mesma geração, militei anos no Partido Comunista na Bahia do “terrível” ACM, a militância era tão grande do PT e do PCdoB que cabiam todos em um fusca, não me lembro de Jean Wyllys nas fileiras da esquerda baiana, foi uma pena . O esquerdismo dele só aflorou depois de sua participação no BBB, quem diria o BBB tem o poder de despertar consciências para as causas mais nobres, antes tarde que nunca.
Nos anos de 1980 Caetano Veloso não se fez de rogado, aceitou trabalhar justamente na Rede Globo, empresa que apoiou o golpe militar, Chico Buarque senhor da “alma feminina”, também estava lá ao lado de Caê.
Escrevo sobre isso porque acho curioso pessoas - produtos (por mais capazes que sejam) de marketing e propaganda de empresas aparentemente antítese das bandeiras que elas dizem defender se tornarem arautos do paraíso social o qual só eles desfrutam e o mais estranho, questionam o sistema de que são frutos e nutridos até os dias de hoje.
Quantas músicas desses artistas já foram trilhas de novelas da Globo? Quantas vezes foram entrevistados em programas dessa emissora? E quantos artistas morrem na pobreza, na obscuridade? Quantas pessoas tão talentosas ou mais que esses artistas não tiveram as bençãos de uma Rede Globo e despareceram sem nunca terem o menor reconhecimento?
Seja de esquerda ou direita, ainda se consome produtos de mídia. Isso sim é um golpe: reconhecer o talento de alguém ou sua importância para artes ou esportes tão somente se esse alguém for produto de empresas de comunicação . Agora, pense bem: Se as pessoas que citei aqui não tivessem trabalhado na Globo, e se não fossem famosas em grande parte por isso, mas fossem elas mesmas, com o mesmo talento, você olharia para elas com os mesmos olhos que olha agora? Há alguma contradição nessas pessoas em questionarem a mídia, mas só existirem por causa dessa mesma mídia? Quando eles foram empregadas da Rede Globo ela era uma empresa “golpista”?
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Eleições e o seu voto?

Ediney Santana
Nunca foi tão fácil votar em alguém neste país. Nestas eleições a escolha do candidato certo não se baseia em partido ou suposta ideologia que dizem defender, porque há muito tanto faz o partido. O perigo da dor pós-eleição é bandeira secreta de todos, o que difere mesmo são os rebeldes políticos, aquelas personalidades que infelizmente precisam de um partido para concorrerem nas eleições. Mas como escolher com certa segurança um candidato?
Eu faço a seguinte equação: teor de ódio nos discursos dos candidatos e da sua militância (se a militância é agressiva, adepta de discursos de ódio e o candidato não se manifesta contra é porque sua militância é porta-voz das desgraças secretas que ele guarda no coração) + discurso de honestidade (quem é honesto não precisa fazer disso  bandeira) + quem financia a campanha? + quanto mais carros de som, quanto mais mobilização em redes sociais, quanto mais militantes mais algo ta errado, quanto mais dinheiro , mais caixa 3,4,5... + desonestidade intelectual + xenofobia (essa história de “candidato da minha terra”, “nosso sangue”, “nossa gente é quem nasceu aqui”, “a cidade para os que nasceram nela” é tão somente crime, crime de xenofobia) + manipulação dos fatos + manipulação da justiça + constrangimento emocional= crime.
A conta desse crime quem paga somos todos nós, você vota em um prefeito e elege organizações criminosas. Por tanto, faça esse exercício: pergunte. Viu carros plotados? Pergunte quem pagou pela plotagem, muitos santinhos? Pergunte quem pagou? Comitê? Pergunte quem paga as contas?carreatas? Pergunte quem paga a gasolina dos carros? Pergunte tudo, pergunte quem paga os seguranças, quem paga?
Não se iluda, quem menos elege políticos é o povo, não estou dizendo que há fraudes nas urnas eletrônica, nada disso, estou dizendo, que há fraudes econômicas, emocional, manipulação intelectual, indução, chantagem e todo os tipos de crime emocionais e econômicos.  Fique esperto, é sua vida e de sua família que você tem o dever de defender.



quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Terei compaixão da ex-presidente Dilma

Terei compaixão da ex-presidente Dilma, mas não hoje, só depois de algum amanhã ainda indefinido, até lá terei compaixão dos meus, dos que com eu vivem na amargura dessa tragédia política passada de mão e mão desde sempre, até chegar o dia no qual terei compaixão da ex-presidente Dilma, sentirei a dor dos meus, dos famintos, dos desdentados, dos que não sabem o que é amanhã, até lá, até ter compaixão por essa personagem inventada pelo mórbido Lula, sentirei compaixão de outras tantas mulheres que não tem plano de saúde, das mães que vivem longe dos seus filhos. Irmano-me não com a ex-presidente Dilma, mas com as avós que sustentam suas casas de filhos sem empregos e netos de futuro incerto, me irmano com os que não têm grana para pagar advogados e morrem nas garras de um Estado criminoso. Sentirei compaixão de Dilma, mas antes sinto das senhoras idosas que vivem de catar no lixo o sustento de cada dia, os carroceiros tristes que vejo aqui em Brasília vivendo cada dia como se fosse o último, me irmano com os pais que vivem longe dos seus filhos, que saem por este país tomado por canalhas, canalhas ideológicos de esquerda e direita, parasitas da dor e da morte. Sentirei compaixão da ex-presidente Dilma, mas uma compaixão diferente, algo que ela nem seus próceres sabem o que é, compaixão que me impede de desejar que ela se foda, como se fodem todos os dias os pobres desses país, pobres muitos deles aleijados do sistema de educação competente. Sentirei por essa trágica figura da ex-presidente um tipo de compaixão sem interesse algum, sei que durante todo esse tempo ao deitar a cabeça no travesseiro Dilma só pensava no cargo, no poder, não está nos seus olhos solidariedade alguma. Ainda há um bando aprendizes de picaretas segurando cegamente bandeiras que mais parecem mortalhas para cobrir os mortos por esse sistema político carniceiro e desumano.
A vida nunca esteve na agenda política nem da direita, tão pouco esse amontoado de sentimentos mesquinhos chamado esquerda, neste país triste direita e esqueça se completam, são canto da morte e da dor, a morte é a agenda da política no país, para manter sua agenda perversa tem como cúmplices lideres religiosos, servidores públicos, artistas, políticos e  membros da própria justiça todos irresponsáveis, dão as costas para o país e vivem a mesquinharia do poder.    



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