Poética

Sua pele branca me dava tesão, sentado na cadeira ela me masturbava, chupava meu pau e olhava para mim com aqueles olhos de ressaca que faziam de Capitu a mulher mais excitante da rua.Ela era
o desejo da minha fome. Uma fome que agora ali seria dela, me comeria. Porque são as mulheres que comem.
Sua língua molhada fazia-me latejar de prazer, gotas de mim salpicavam sua boca rosa, ela engolia tudo como se desejasse me engolir por inteiro, sabia que eu era seu e que o despertar dela ali devassa e sem vergonha alguma em si mostrar por inteira só aumentava o meu tesão.
Duas línguas que travam o duelo do prazer, beijos molhados e carnívoros, línguas que se chupavam com vontade, tudo ali era para ser como foi: tara, tesão e carne gemendo.
Deitada na cama, cabelos soltos, riso frenético, pediu: “me chupa vai”. Minha língua foi percorrendo seu corpo, um banho de língua no calor do verão, mordisqueis seus seios, os bicos duros diziam o quanto era queira trepar comigo pela tarde inteira, chupando sua barriga, mergulhei no seu umbigo, ela gemeu e segurou minha cabeça com força.Cheguei a sua vagina, pelos lisinhos, abri caminho com a língua, separei os dois lados com os dedos, minha língua foi fundo, senti o gosto salgado, ela gemia e pedia mais e mais, ficou toda úmida e quente, um sabor sal, engoli seu desejo, chupava com vontade e tesão cada vez mais vermelha e tremula sua  vagina , pediu que metesse meu pau nela.
Joguei-a de quatro, puxei pelos cabelos, ela encaixada certinho em mim, meti com vontade, ela gritava e pedia mais, como dois animais que se devoram na loucura pela disputa da carne, ela pulava e mexia na cama, eu todo dentro dela, sentia escorrer seu tesão no meu pau.
Em suor nossos corpos caídos na cama, ela sentou em mim, valsava no meu pau enquanto minhas mãos seguravam seus seios quentes, seus gemidos eram maravilhosos, me contive para não gozar, queria gozar junto com ela.
Fizemos um 69, o suor grudava nosso corpo, seu cheiro ela enlouquecedor...Fomos nos chupando até gozarmos, ela gritava e mexia sobre mim, apertei seu corpo e na hora exata que ela gozou minha  boca estava devorando sua vagina e a língua la dentro sorvendo seu gozo, gozei em seu boca, ela engoliu, ficamos parados um pouco. Levantamos, fomos ao banheiro tomamos banho, adormecemos e ao acordar havia algo de felicidade em nossos olhos.
ediney-santana@bol.com.br

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