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Mostrando postagens de Fevereiro 25, 2010

Hieronymus Bosch e Mario Quintana

“No fim tu hás de ver/ que só as coisas mais leves/ são as únicas que o vento / não conseguiu levar”. Esses versos são de Mario Quintana, ele mesmo um poeta da leveza e do delicado humor.
Ter e buscar da vida leveza, como é difícil. Nesta urgência e automatismo de viver tudo ao mesmo tempo, qualquer coisa nos parece ser possível menos desacelerar nossa corrida para fins tão conhecidos.
Certa vez a professora Evila, de literatura da Uefs, leu para mim um pequeno texto no qual um garotinho pede ao pai para levá-lo até ao mar, chegando lá, do alto de uma montanha, ele olha e diz: pai me ensina ver?
Quantas vezes não estamos assim, perto de algo que desejamos tanto e não conseguimos notar sua beleza, nos perdemos em detalhes menores, não enxergamos a beleza e grandiosidade do todo.
No Museu do Louvre em Paris está o famoso quadro a Mona Lisa de Leonardo da Vinci. Claro, é uma obra importante, embora eu não consiga ver o enigmatismo do seu sorriso ou qualquer outro atrativo nela, em termos de …