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Mostrando postagens de Fevereiro 27, 2010

Poética

Sua pele branca me dava tesão, sentado na cadeira ela me masturbava, chupava meu pau e olhava para mim com aqueles olhos de ressaca que faziam de Capitu a mulher mais excitante da rua.Ela era
o desejo da minha fome. Uma fome que agora ali seria dela, me comeria. Porque são as mulheres que comem. Sua língua molhada fazia-me latejar de prazer, gotas de mim salpicavam sua boca rosa, ela engolia tudo como se desejasse me engolir por inteiro, sabia que eu era seu e que o despertar dela ali devassa e sem vergonha alguma em si mostrar por inteira só aumentava o meu tesão. Duas línguas que travam o duelo do prazer, beijos molhados e carnívoros, línguas que se chupavam com vontade, tudo ali era para ser como foi: tara, tesão e carne gemendo. Deitada na cama, cabelos soltos, riso frenético, pediu: “me chupa vai”. Minha língua foi percorrendo seu corpo, um banho de língua no calor do verão, mordisqueis seus seios, os bicos duros diziam o quanto era queira trepar comigo pela tarde inteira, chupa…