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Mostrando postagens de Março 11, 2010

E se eles voltassem?

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Sentir saudades de quem nos deixou pela força implacável da morte é natural. A saudade por quem morre não é mesma por quem foi viver em outro país ou um amor “eterno” que ao olhar para o outro lado da rua também descobriu o seu eterno amor e nos abandonara de mala e cuia.
A saudade que sentimos por alguém que está morto não é tão definitiva quanto à própria condição de morto, morreu acabou. Só se vive mesmo nas saudades e recordações de quem está vivo... Em alguns casos, porque na maioria das vezes se é esquecido por completo.
No entanto há histórias de pessoas as quais nunca superaram a perda de um ente-querido, sei de gente que todas as semanas vão ao cemitério levar flores e chorar por seus mortos e de pessoas materialistas ao extremo que depois da morte de uma pessoa querida se converteram ao espiritismo na tentativa de uma comunicação direta com o além.
Fico a pensar, se depois de dez ou trinta anos o morto batesse a porta e dissesse: “voltei, não me reconhecem” “ quem é esse cara d…