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Mostrando postagens de Agosto 12, 2010

Flor de Lis

Era quase noite, mas o sol ainda fazia em sua pele o que em poucos instantes minha língua faria por todo o seu corpo.
Havia alguns olhares indiscretos pela praia, olhares a nos excitar, olhares a provocar o nosso desejo de nos oferecer a indiscrição lasciva de quem quisesse.
Recostou-se em um pequeno coqueiro, olhou-me travessamente sedutora, foi aos poucos suspendendo sua saia toda em branca renda, estava sem calcinha, toda lizinha sua boceta era o que de mais lindo vi sem entrelinhas a sorri para mim, latejando parecia dizer: deixa eu te comer...
Ajoelhei aos pés da minha santa Madalena e com a devoção de um cristo sem salvação a oferecer a ninguém fui beijando-a lentamente até que minha língua escorregou suavemente para dentro dela.
Seu corpo começou a balançar em um delicado se permitir ao que de mim quisesse fazer, suas mãos apertaram minha cabeça por entre suas coxas, sentia o seu cheiro forte de quem si entrega ao outro na febre do gozo sem culpas, era seu gosto a delícia pela qual…