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Mostrando postagens de Novembro 4, 2010

Carlos Falck

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Assim o poeta Ildásio Tavares falou sobre outro também poeta Carlos Falck (1931-1964) um dos grandes poetas desgraçadamente quase esquecido neste país no qual memória coletiva é a memória individual de alguns poucos que detém o controle da cultura e da massa falida desta mesma cultura: “praticando a auto-ironia, expressando seu dilema cotidiano de encarar uma realidade que não se afinava com seu temperamento sensível, ou de fugir desta realidade”. Praticando essa auto-ironia, Carlos Falck, nos deixou um legado poético memorável, com total consciência do seu verso Falck chega os nossos dias sem distanciamento histórico ou anacronismo, em verdade sua poética me parece mais dada aos dias de hoje que do seu próprio tempo no qual o mundo estava mais dado à música e revoluções, ditaduras e guerras com sentido confiscador das riquezas de países como o Brasil. Carlos Falck escreveu sonetos, versos livres, poemas filosóficos e não deixou de brincar poeticamente com o classicismo, sem, contudo se…