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Mostrando postagens de Dezembro 7, 2010

Não medo do desconhecido

Não tenho medo do desconhecido, algo ou alguém desconhecido guarda em si todas as possibilidades de bem ou mal, mas guardo ressalva das coisas ou das pessoas conhecidas, porque há sempre a possibilidade de ter-me auto-enganado, de ter errado no excesso dos sorrisos e braços abertos, hoje prefiro viver mais em mim. Nossos sentidos primam pelo prazer, por isso tendem mais fácil ao engano. Nossos sentidos gostam de emoções, abraços, prazeres e desconhecem a exata diferença do doce ou o amargo. O desconhecido não vai me oferecer veneno em copo de Compari e se oferecer eu não beberia, mas o conhecido nos abre os braços enquanto em seu coração pode haver mil punhais apontados para nossas sinceras paixões, nossa solicitude com o maravilhoso mundo além de nós. Ninguém é paraíso de ninguém, somos parceiros enquanto respeitamos e respeitam nossas fronteiras e interesses. Não, não estou sendo amargo, Sartre certa vez disse “o inferno são os outros”. Felina ironia do senhor Beauvoir. Não advogo que d…