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Mostrando postagens de Janeiro 26, 2011

O mundo de cada um

O que traz gosto e ao mesmo tempo dissabor a vida são suas contradições. Cada um de nós em seu próprio mundo a planejar invadir, compartilhar, destruir, construir tantos outros mundos, quando ao mesmo tempo ficamos vulneráveis a nós mesmos e há tantos outros mundos a nossa volta.Se o amor nos traz alegria também nos ensina a odiar, alguém escreveu que o amor nunca acaba, transformar-se em ódio. A palavra que nos faz existir é a mesma a nos fazer calar quando dela só reconhecemos humilhações ou talvez embarcamos neste falar para humilhar e nos tornamos também parte da futilização da vida. Se amar não fosse um verbo teria razão mais amiga, amar poderia ser um pronome concretamente possível, o “eu” amar só existiria no encontro do “eu” que ri em braços abertos para nós dois. Como na canção de Marina você me abriria os braços e faríamos um país. Sou um mundo o qual só ganha significado ao somar-se a outro mundo e nele tornar-se um novo universo. São nossas contradições a nos fazer existir, …