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Mostrando postagens de Maio 12, 2011

Honestidade

a Como em um passe de mágica ruim pessoas se transformam em “atores” e já não se sabe quando involuntariamente somos transportados para um “teatro” de cretinas emoções ou estamos na presença de corações sinceros. Honestidade rima com transparência, respeito a si mesmo e as emoções alheias. No mundo no qual o ter precede a essência e para se ter tudo é válido, o que sentimos, nossas virtudes são desrespeitadas diante o desejo criminoso da posse. O resultado disso tudo são corações ilhados, cismas diante sorrisos que mesmo sugerindo espontaneidade e beleza nos apavora a possibilidade de ser tudo falso. Nos tornamos forasteiros das nossas próprias emoções, uma vontade de abrir os braços e ter o mundo em nós, mas ao mesmo tempo nos ilhamos em nossa relativa segurança de não sermos coadjuvantes no palco medíocre de corações tão tristemente competentes em mentir e enganar. Mas há ainda alegria de ser gente ou como cantou Caetano Veloso: “gente é outra alegria”. Desistir desta alegria de ser e vi…