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Mostrando postagens de Junho 16, 2011

Jornais, papéis e canções

Minha vida sempre esteve ligada de uma maneira ou outra aos jornais, não ao jornalismo. Jornais o objeto tátil feito para durar em muitos casos uma manhã, bem como também as canções, canções em que a palavra se impõe a música, música como segundo plano. Saía pelas ruas de Santo Amaro gritando: Olha o jornal tenho Atarde e Tribuna! Até hoje quando vejo crianças vendendo jornais fico emocionado porque vejo nelas a criança que um dia fui. Passava horas na Praça do Rosário com alguns amigos batucando canções da Legião Urbana, aquela prosa em canção era a  medida exata para todas nossas inquietações. Estávamos nos anos de 1990, claro sonhava mudar o mundo a começar pelo Centro Educacional Teodoro Sampaio, as canções da Legião eram o conforto ideal, união duas coisas que gosto: literatura e música. Meu pai tinha um MotoRádio, como aquele velho rádio a pilha comecei a gostar de música. Ligado em estações AM as vozes ouvidas eram de: Frankito Lopes (o índio apaixonado), Paulo Sérgio, Sérgio Reis…