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Mostrando postagens de Junho 27, 2011

indelével solidão

Viver para si mesmo é um não viver. Quem andar pelas ruas e não ver nada a sua frente é um deserto humano, uma espécie triste de caricatura do que um dia foi gente. O estar vivo é o estar em constante movimento na própria vida e na vida de todos que cruzam nosso caminho. Se somos apenas marcas de consumo então não somos nada. Não vivemos, se beijamos e não sentimos emoção alguma não passamos de tristes figuras, ervilhas enlatadas para o consumo barato das nossas próprias insanidades emocionais. Recuso-me ao vazio das relações, recuso-me a ser do frio a falta de cobertor, do aperto de mão o calor fingindo. É mais que preciso cuidar dos direitos humanos e não nos retalharmos em gays, heteros, evangélicos, negos ou judeus e palestinos. A Única unidade possível e nos respeitarmos como pessoas, pessoas em tempo cidadão integral, fora disso é promiscuidade humana. Nossa dor mais antiga é a dor que já nasce envelhecida, mas nunca morre, a dor da luta pelo cárcere de tudo que não nos corteja em r…