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Mostrando postagens de Agosto 1, 2011

*Tatuagens

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Dois cântaros em vinho saliva que é tudo da tua alegria, matar a sede no teu corpo, teu corpo que guarda o meu. Havia ursos e dois pequeninos senhores sem libido a nos olhar corpos e sexo ali na praça. Teu corpo minha tatuagem, roçar de suores, entre espaços me deixe vagamente no esperanto da tua poesia. Com canivetes roubados das serpentes do inferno cortei você da minha pele, fiquei só em ossos, nu, mas feliz como quem rouba corações no recreio. Não há solidão, só carência e gengibre no bar da esquina, algo dentro de mim cresce e me devora pouco a pouco, a luz me dá medo, na escuridão encontro paz. Olho no espelho, teu rosto ainda está lá, teu gostoso rosto, sorriso que faz de mim coração sem paz, alma em controle remoto. Sem controle escalo estrelas, dessas que só aparecem noite de canibalismo, devorar, comer, sou esse não ser, filho dos vulcões, seresteiros da noite tocam ao nosso fúnebre amor, amo como se estivesse doente. O que de mim há de ficar? Vida em dissonância, três notas e u…