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Mostrando postagens de Janeiro 3, 2012

Madrugadas*

Amanhã será um lindo dia d’alegria possível, do abraço leve como nuvens ausentes de chuva no terraço dos meus sertões. Amanhã será um lindo dia da mais pura bondade. Eu me prometo o sol e se a chuva vier prometo andar pelas antigas ruas desse meu recôncavo e seus místicos mistérios. Neste dia branco, fecho os olhos, cultivo estrelas no paraíso em que muitos vivem e poucos sentem, muitos olham, mas poucos conseguem ver as estrelas elétricas caídas na palma mão minha. - É tempo de ir velho Jok, as montanhas azuis têm o encanto que sempre é. Tudo sempre está lá entre o azul, o tempo e o desejo de sempre ser, o ser que somos e naufragamos nestas tolas paixões. Gosto de curtas metragens, cinema que leio nas resenhas do jornal A TARDE, nunca assistir um curta metragem no cinema, mas já li muitos e pela palavra imagino as cenas, consigo ser marujo, cangaceiro ou um personagem nas paragens do mundo esquecido. Olhar-me no espelho e não me enxergar é como cair na fantasia de Mary W. Shelley. Ouço D…