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Mostrando postagens de Fevereiro 29, 2012

Casinha de qualquer cor

O que quero? Uma casinha e nem precisa ser branca ou no campo, alguém que me desperte emoções não cardiologicamente perigosas. Alguém que não ria das minhas cansadas pálpebras. Achar o reflexo para nossa alegria não é como cruzar uma rua. Emoções, sim, tê-las ainda é um bom negócio, se não tê-las é melhor chá de camomila no lugar de bebedeiras solitárias entre dias e madrugadas com eterno gosto de domingo. Emoções reais de carne e osso, aquelas que nos acorda com sorriso ainda tonto de sono e nos convida a andar pelas ruas em dias frios. Sonho sempre com uma rua em dias de cinza inverno. Lá vou eu, o céu nublado, vento nos cabelos, ouvindo meu cd: “Romântico internacional volume 04”, nada mais combina comigo que essas canções simples e adocicadas em excesso. No fim e para o fim tudo vai chegando para o lugar, aquela dor que parecia insuportável já não apavora mais, coisas simples fazem todo sentido do mundo, casa e comida nos servem ao abraço dos dias, não ao desespero, tempera-se o cora…