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Mostrando postagens de Julho 3, 2012

Da morte e outros medos

A vida é essa contradição mais que absurda, nascemos e começamos logo nossa jornada em direção a morte. Somos o engano de muitos acasos e talvez o mais sublime seja a própria vida. Ficar parado é que não podemos, há uma vida para ser vivida, para ser gasta, porque se não a gastamos a morte sem piedade vai gasta-la de qualquer maneira. Esse corpo que muitos dizem ser apenas a sustentação para uma suposta alma por vezes é um castigo dos mais infelizes, tão frágil ao descer a terra nem pó fica. Para mim que sou mais corpo que qualquer outra porção divina que possa existir por aí não há como não beber a seco algumas angústias. Às vezes ouço Paul Mauriat, músicas recriadas com certa nostalgia, eu adoro senti nostalgia ao som de canções antigas algo que recria a vida em emoções não minhas, senti o quanto talvez fosse melhor sentido quando tudo era fotografias preto e branco. Fotografias em preto e branco, Paul Mauriat, nostalgia e uma noite longa de ritos medievais. Tudo é mágico como prin…