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Mostrando postagens de Setembro 7, 2013

“Mudam-se os caranguejos, mas a lama é a mesma”

Cazuza, em “O Tempo não para”, cantou: “eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades” ou ainda Caetano Veloso em  “ Fora da Ordem” canta: “ aqui tudo parece que era construção e já é ruína” . Certa vez disse ao amigo Dinho Fagundes que pouco importava para nós quem seja eleito prefeito, governador ou presidente, pouco nossas vidas podem mudar tendo como agentes os mórbidos corações que vão ocupar esses cargos no futuro, por isso prefiro também a frase do Geraldo Vandré: “quem sabe faz a hora não espera acontecer”. Espera por outra pessoa quem não tem certeza de si, terceirizar seus sonhos na sombra da vitória de algum é estupidez; prefiro acreditar em Marx que escreveu: “Cada um segundo sua capacidade e sua necessidade”. Neste museu de velhas novidades que é o Brasil ter consigo mesmo um caso de confiança é necessário para quem não deseja morrer de esperança, enforcado nos próprios sonhos, porque desta construção verde amarela as ruínas sempre desabam na …