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Mostrando postagens de Outubro 31, 2014

“Paranoia delirante”*

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Não lembro se ouvi ou li que ao assumir nossos erros nos tornamos mais fortes. Fazer autocrítica é o exercício que nos amarra ao processo constante de aprendizagem, se nos fechamos dentro de um mundo que só existe para nós, darmos as costas para tantos outros mundos possíveis ou ainda acreditarmos na nossa absoluta razão e negar o direito do contraditório fortalecemos o caminho para autodestruição. A recusa à autocrítica para mim é um sinal de paranoia e histeria que pode até trazer a ilusão de sucesso, mas que fatalmente vai levar a dor não só o delirante contumaz, mas todos aqueles que se permitirem ter algum prazer com esse veneno mortal que é a ausência da reflexão sobre o real papel de cada um nesta intricada sociedade cada vez mais doente. Nestas últimas eleições além da histérica reação de militantes de todos partidos, partidos que ao fim pouco diferem entre si, observei a falta de autocrítica dos candidatos, em determinados momentos não pareciam humanos, não demostravam senti…