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Mostrando postagens de Fevereiro 16, 2016

Até que a morte nos separe

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No setor privado isso não é muito comum, pessoas que se apegam aos cargos e só saem mortas e olhe lá, mas já no setor público há muita gente que atravessa décadas em cargos comissionados seja lá qual for o partido, essas pessoas tem a habilidade de se eternizarem como cactos pegajosos na teia do poder, alguns sobre o manto de “essenciais”, “faz um trabalho maravilhoso”, “única”, “se identifica com a coisa pública”, “imprescindível”, ou recorrem mesmo é às gambiarras políticas para continuarem vivendo, muito bem obrigado, nas costas dos contribuintes. Essas pessoas grudam de tal maneira na máquina pública que se tornam intocáveis, são sorrateiras, escorregadias, quando o padrinho político perde o poder é como se nunca tivessem tido o menor contato com ele, mudam de camisa e de passado como usamos papel higiênico no banheiro. Algumas dessas pessoas “imprescindível” para o bem público quando morrem ainda são veladas nas repartições nas quais trabalhavam, ganham o título de “eterno diret…