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Mostrando postagens de Fevereiro 19, 2016

A triste e efêmera vida de um “poste”

Chamamos de “poste” aquela pessoa que não tem brilho próprio, que sua luz depende de outra pessoa. No passado não muito distante era comum até os cachorros dos políticos assumirem cargos, crime conhecido como nepotismo, disfarçado muitas vezes pela palavra “padrinho político”. O poste é alguém sem voz própria, algo menor que um papagaio, já que o papagaio não tem consciência do que repete, por isso mesmo não pode ser considerado um “poste” falante. O nepotismo não terminou, foi reinventado, na seara do crime político há o nepotismo cruzado, um cretino nomeia alguém que outro cretino pediu e assim vão se nomeando. A razão de existir do “poste” é manter sobre total controle o poder político de quem o criou, de quem o fez existir, raramente um “poste” tem coragem para deixar de ser o que é, antes da sua guinada ao poder que não lhe pertence ele é bem amarrado, amordaçado. Um “poste” sabe da sua condição, olha-se no espelho não enxerga a si mesmo, não tem coragem de dizer o que pensa, um…